O Terapeuta também fica de luto...

26 Jan 2016

 

 

Trabalhar tão próximo da morte tem seu custo (aliás, o que na vida não tem?). Escolhemos estar com a pessoa no momento mais difícil, compartilhando de suas experiências mais dolorosas. Acompanhamos seu dia-a-dia, seus medos, seus progressos, suas angústias, suas mudanças de humor, suas esperanças. Não é um trabalho que se possa fazer sem algum envolvimento.

 

Muitas vezes, o foco consiste em ajudar alguém a se reorganizar e se reconectar com a vida após uma perda importante. Outras vezes, entretanto, a necessidade é justamente acompanhar seu desligamento, sua despedida.

 

Em momentos como esse, quando alguém querido morre, nenhuma teoria nos blinda da dor da separação. Porque nós, profissionais da saúde, também vivemos essa dor.

 

O curioso, porém, é que, exatamente nessa hora, essa mesma teoria faz mais sentido do que nunca! Trabalhar com a morte é trabalhar com a vida, com o que ela tem de mais plena e rica!!!

 

Essa é a marca que vc deixa em mim, querida... Vc permitiu minha aproximação e possibilitou que compartilhássemos momentos preciosos e eu lhe sou eternamente grata por isso!!! E se minha tristeza de agora é o preço pela nossa convivência, pago sem reclamar!!!

 

Você não vive mais entre nós... mas vive EM NÓS.

 

Com carinho...

 

 

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